segunda-feira, 5 de agosto de 2013
Conheça MIKAU USUI outro que transcendeu.
terça-feira, 25 de junho de 2013
VOCÊ ESTÁ POR FORA? OU POR DENTRO? Exame de HUMANISMO, coisas de humanos.
VOCÊ ESTÁ POR FORA?
OU ESTÁ POR DENTRO? CURIOSO?
CURIOSA? EU
EXPLICO.
VOCÊ AINDA SENTE MEDO? CULPA? RAIVA? RANCOR? INVEJA? NERVOSISMO?
ANGÚSTIA? PREOCUPAÇÃO? DEPRESSÃO?
ENTÃO ESTÁ POR FORA MESMO.
MESMO UM POUQUINHO DE SIM EM
QUALQUER DESSES SINTOMAS OU
REAÇÕES PRESENTE
EM VOCÊ É INDICAÇÃO SEGURA DE QUE VOCÊ ESTÁ POR FORA.
ONDE VOCÊ DISSE NÃO NAS PERGUNTAS ACIMA INDICA QUE VOCÊ ESTÁ POR DENTRO.
.
AH, VOCÊ QUER QUE EU LISTE ASPECTOS POSITIVOS PARA VER SE
ME ENGANO COM VOCÊ? POIS SEJA:
1- VOCÊ SE SENTE UM OBSERVADOR DOS ACONTECIMENTOS,
BONS OU RUINS, SEM SE ENVOLVER COM ELES? NÃO ou SIM?
2 –
VOCÊ SE SENTE COMO O AUTOR OU RESPONSÁVEL POR QUALQUER COISA BOA OU
RUIM? NÃO ou SIM? 3 – VOCÊ SABE O QUE É SER
TESTEMUNHA DA VIDA EM SEUS BONS E MAUS MOMENTOS? NÃO
ou SIM?
AS SUAS RESPOSTAS NÃO ÀS PERGUNTAS ACIMA INDICAM QUE VOCÊ ESTÁ POR FORA.
.
AS RESPOSTAS SIM ÀS PERGUNTAS
ACIMA MOSTRAM O QUANTO VOCÊ ESTÁ POR DENTRO.
VOCÊ QUER MAIS? ENTÃO
RESPONDA SINCERAMENTE:
DE QUE DEPENDE A
SUA FELICIDADE? ANOTE
À PARTE AS LETRAS DAS PERGUNTAS PARA SABER QUANTAS SÃO, ESTÁ BEM?
A- DINHEIRO? B –
SORTE? C– AMOR DE ALGUÉM? D – SUCESSO?
E – RECONHECIMENTO? F – FAMA?
G – PODER?
H – FORMAR-SE? I – SER DOUTOR,
MESTRE, Ph.D.? J – UM BOM EMPREGO? K – APOIO DA FAMÍLIA OU DE
ALGUÉM? L – VIAJAR PARA CONHECER O MUNDO, OUTROS LUGARES? M
– ESCREVER E PUBLICAR UM LIVRO? N – GANHAR NA LOTERIA OU EM ALGUM JOGO? O – TER UM CARRO/MOTO/ LANCHA
POSSANTE? P – SER ATOR/ ATRIZ? Q – INVENTAR ALGO ESPETACULAR? R – QUE ALGUÉM LHE DEIXE EM
PAZ? S – QUE AQUELE SEU INIMIGO MORRA OU
DESAPAREÇA? T – DE BOAS FÉRIAS? U – DE UM REMÉDIO QUE
FUNCIONE? V – DE PSICOTERAPIA?
W – DE IR MORAR NOUTRA CIDADE OU PAÍS? X – DOS FAVORES DE ALGUMA ENTIDADE?
Z – DE ALGUMA COISA NÃO LISTADA ACIMA?
QUALQUER MARCAÇÃO DADA A
QUALQUER DOS ITENS INDICA QUE VOCÊ ESTÁ POR
FORA . QUANTOS ITENS VOCÊ SINCERAMENTE MARCOU?
.
TODOS OS ITENS NÃO INDICADOS OU NÃO MARCADOS MOSTRAM O QUANTO VOCÊ ESTÁ POR DENTRO. QUANTOS VOCÊ NÃO MARCOU? ALEGRE-SE, POIS ELES MOSTRAM
O QUANTO VOCÊ ESTÁ POR DENTRO. Depender de qualquer coisa é estabelecer uma
possibilidade de frustração, insatisfação, mal estar ou dor.
ESTAR POR FORA significa o quanto você está se fazendo infeliz, mostra que VOCÊ NÃO ESTÁ USANDO A SUA INTELIGÊNCIA EM SEU
FAVOR diante das dificuldades que
a vida, as pessoas e as circunstâncias sempre nos apresentam.
ESTAR
POR DENTRO significa ESTAR
USANDO A SUA INTELIGÊNCIA EM SEU BENEFÍCIO que você está
se fazendo feliz dentro do que a vida lhe apresenta.
Criação e
responsabilidade do Dr. Joston Miguel - Seu
Parapsicólogo Amigo.
sábado, 22 de junho de 2013
A INCOMPREENSÃO NO BANCO DOS REUS,
A INCOMPREENSÃO NO BANCO DOS REUS- texto 2
VOLTO A EXPOR AS RESPOSTAS QUE ENCONTREI PARA ALGUMAS DAS MIL E UMA DÚVIDAS QUE ME AFLIGIRAM PELO SIMPLES ATO DE REFLETIR QUE É UM PENSAR CRÍTICO
Joston Miguel Silva – seu parapsicólogo amigo.
CONSCIÊNCIA.
P.1 – Que é mesmo
“ter consciência”? Não seria apenas “saber” de algo ou alguma coisa?
R.1 – Inclui isso, mas vai mais além. Diz-se da pessoa
verdadeiramente consciente que ela está “desperta.”
P.2- Não entendi. Pode explicar?
R.2 – Claro. A língua
-portuguesa é falada de modo igual em todo o Brasil?
P.3 – Não. O vocabulário e o modo de falar do mineiro é
diferente do gaúcho e ambos são diferentes do paulistano, e daí?
R.3 – Sabe que apenas em Roma, na Itália, falam 106
diferentes dialetos?
P. 4 – Sei que na Inglaterra eles falam o
inglês e o irlandês e na Índia há uma grande quantidade de dialetos, embora lá
a grande maioria fale inglês. Soube que
na Suíça há três ou quatro idiomas oficiais.
R.4 – Você, como a maioria que estudou e leu,
hoje em dia, também por filmes na TV e pela internet, adquirem conhecimentos,
informações, mas geralmente, não passam disso.
P.5 – Nossas nações de tribos indígenas mesmo, têm suas
próprias línguas e não se entendem entre si, por exemplo, os do grupo CARIRIS
não sabem falar a língua dos TUPINAMBÁS e vice versa.
R.5 - Correto. Assim, olhando a Terra com suas milhares de
línguas, dialetos e variações, um SER HUMANO DESPERTO – aquele que vê e percebe
o todo, unindo suas partes – inventou a HISTÒRIA DA CAROCHINHA chamada A TORRE
DE BABEL, fazendo com que todos entendessem essa extraordinária diversidade de
idiomas.
P.6 – Que história é essa de TORRE DE BABEL?
R.6 – Está no Velho Testamento da BÌBLIA. Diz que numa cidade chamada BABEL,
seus líderes disseram ao povo que poderiam chegar ao CÉU construindo uma imensa
TORRE e lá encontrariam o próprio DEUS. E se puseram entusiasticamente a
construir essa tal torre.
P.7 – Agora posso entender porque o senhor a chamou de
“conto da carochinha”. Há, há, há.
R.7 – Mas lembre-se que as crianças gostam e precisam dessas
histórias pela estupidez dos adultos que distorcem a verdade por medo supersticioso
que seus ancestrais lhes passaram sobre a fragilidade mental e emocional dos
pequeninos.
P.8 – É verdade. As
fantasias da CEGONHA, do BICHO PAPÃO, do PAPAI NOEL. É isso?
R.8 – Sim. Entre os
animais e os indígenas, por exemplo, as crianças desde o nascimento assistem o relacionamento sexual dos pais e não há traumas nelas.
P.9 – Introduziram a ideia do pecado: corpo nu é pecado, ver um casal
transando é pecado, mostrar o natural da vida é pecado. Parece-me que nos povos
do Oriente o conceito de pecado é diferente. É isso?
R.9- Você colocou
muito bem. Nos conventos, as freiras católicas tomam banhos juntas, mas todas
de camisola para que não vejam o corpo das companheiras nem mesmo o próprio
corpo para que não caiam em tentação e pequem.
P.10 – Que absurdo! Entre as famílias indígenas não há isso
e entre os animais também não, mas e o conto da TORRE DE BABEL?
R.10 – Sim, a TORRE
já estava realmente bem alta, talvez como os nossos atuais “arranha-céus”. Aí
Deus “viu” a pretensão do homem e não gostou, ou “teve medo” de que eles
chegassem realmente em “sua casa” sem
serem convidados. Deus então lhes pregou uma peça que só Ele poderia pregar:
CRIOU OS DIVERSOS IDIOMAS existentes na Terra, colocando-os no psiquismo e na
cabeça dos vários pequenos grupos de homens e mulheres que trabalhavam na
construção da torre. Isso, claro, fez com que eles não se entendessem mais e a
construção foi interrompida.
P.11 – Que maldade! Esse deus era bem humano, com as
fragilidades dos homens, não? E aí, como ficam os DESPERTOS?
R.11 – Refletindo
sobre as línguas, dialetos e formas de comunicação humana, o DESPERTO conclui,
sentindo toda a extensão do que diz: A TERRA É UMA TORRE DE BABEL.
P.12 – A consciência do DESPERTO sente sua compreensão
abrangente em cada aspecto do viver humano: vida, trabalho, alimentação,
proteção, sexo, perpetuação, realizações...?
R.12 – Sim. Mas isso também com os animais, os
peixes, as aves, as plantas, tudo, sentindo-se conscientemente uno com o todo.
quarta-feira, 19 de junho de 2013
HUMANISMO ; novas notas sobre coisas de humanos.
TEXTOS com adaptações de
Joston Miguel.·.
I – SOBRE A MOCIDADE.
Definir a Mocidade como um período de vida é erro, pois ela
é, acima de tudo, um Estado de Alma. Iludem-se aqueles que consideram a
Mocidade um conjunto de determinadas condições físicas: pele clara, faces
rosadas, cabelos fartos, músculos ágeis e resistentes. Pelo contrário, a
Mocidade reside em certas energias do espírito, em limitadas qualidades de
imaginação, no vigor de certas emoções e no frescor das fontes sobrenaturais em
que o indivíduo vai saciar as alegrias sãs da vida.
O homem vulgar envelhece com o desfiar dos
dias e o amontoar dos anos; o espírito superior, porém, indiferente ao escoar
inexorável do tempo, só se sente envelhecer com a perda de seus ideais, com o
aniquilamento de suas ilusões e com o abandono de seus sonhos. É jovem aquele
cuja coragem excede a timidez; implanta-se a senectude naquele cuja ânsia de
aventura é vencida pelo desânimo e que só ambiciona viver tranquilo e
repousado. A idade, já disse Buffon[1],
não passa de um deplorável preconceito aritmético. Que importa ter noventa,
trinta ou dezessete anos de idade? Que importa? És jovem com tua Fé; és velho
com tuas Dúvidas. Mede a tua Mocidade pela confiança que tens em
ti mesmo; mede-a pelo poder da tua esperança e pelo esplendor de teus sonhos! Avalia
e pesa a tua ancianidade pelo ceticismo mordido que porventura envenena teu
coração. Atualmente se distingue bem o velho do idoso; considera-se um insulto
chamar um ancião de velho, já que as coisas velhas são imprestáveis e devem ser
jogadas fora, no lixo. Já o idoso, embora rico em anos, é visto como muito rico
em experiências de vida, sendo digno de todo respeito e consideração.
[1]
Buffon, naturalista francês, autor da “História Natural”, segundo. Van Jafa.
Fonte: Malba Tahan, em SOB O OLHAR DE DEUS, 6.ª edição, pela
editora Conquista.
II – ACASO, SINCRONICIDADE, FATALIDADE, DETERMINISMO, ou CARMA?
Determinismo é a Filosofia de que os acontecimentos físicos
e os atos humanos dependem de causas internas e, ou externas, que geralmente
escapam ao nosso controle. A erupção de um vulcão e o planejamento da
construção de uma casa são exemplos do Determinismo. Uma presunção básica aqui
é a da existência do Livre Arbítrio que poderia atuar, criar, modificar e
redirecionar essas causas, mas sempre com muito esforço e dispêndio de energia.
Decorre daí a hipótese de que a Liberdade é um mito (Vide Skinner: O MITO DA
LIBERDADE).
Spinosa requintou esse racionalismo, sustentando o
Panteísmo, pelo qual tudo está sujeito a um determinismo inexorável de uma
consciência divina presente em tudo e em todos: tudo que acontece resulta de
leis e regras dessa consciência divina. Buda afirma, num de seus ensinamentos,
que “existe a ação, mas não alguém que faça”, “existe a visão e a audição, mas
não há alguém que veja ou escute”. Existe sempre e permanentemente a
manifestação do divino em tudo e em toda a parte. Daí as superstições, as
crenças e as religiões que procuram controlar, manipular essa ou essas “ forças
ou inteligências” a seu favor, quando só é possível a tomada de consciência
dessa atuante e inteligente energia divina.
No Fatalismo se afirma a existência de uma força cega,
direcionada a objetivos inescrutáveis e incompreensíveis de um Deus não humano,
diante do qual o Livre Arbítrio não existe.
O Acaso foi explicado por Koestler[2]
com a coincidência de interface de dois sistemas independentes entre si, num
período de tempo favorecendo a ocorrência de fenômenos tidos como milagrosos ou
sobrenaturais, tanto os de natureza boa ou desastrosos. Alguns jogadores
ganharam fortunas em cassinos, mas apenas num determinado dia e por algumas
horas – período da interface de dois sistemas – e não fora desse período. Essa
“coincidência” de sistemas foi chamada de SINCRONICIDADE supostamente presente
em todos os milagres.
Carma é uma visão espiritualista que afirma a existência do
Livre Arbítrio e da Liberdade de Escolha do ser humano diante de infinitas
possibilidades de sonhos, manifestações e realizações, mas tudo dentro de Leis
inexoráveis como: a plantação é livre, mas a colheita é obrigatória; quem com
ferro fere, com ferro será ferido; não existem erros, mas caminhos para o
atendimento de necessidades reais ou imaginadas, assim, os resultados bons ou
funesto são apenas lições; é dando que se recebe; sua liberdade termina onde
começa a de seu semelhante; o objetivo único da vida é a expansão da
consciência num eterno vir-a-ser de busca e manutenção da felicidade
(Felicidade aqui é harmonia, bem-estar, sensações prazerosas de viver e de se
sentir vivo). Como esse resgate não é possível numa só vida, tendo em vista
que, em cada existência, resgatando umas dívidas adquirem-se outras a serem
redimidas, daí a plausível hipótese das sucessivas reencarnações. O limite
dessas inúmeras vidas está na expansão da consciência até a Consciência Cósmica.
² Koestler em AS RAZÕES DO ACASO.
III – A AVAREZA.
A Avareza é tida como a primeira prova de baixeza da alma.
Na história muitos famosos foram os avarentos e Malba Tahan¹, afirmando que “a maldita raça dos avarentos
prolifera”, cita Bernard Shaw como um dos mais mesquinho do seu país; André
Gide, de privilegiado talento e rico, grosseiramente recusava-se a qualquer
ajud dizendo “Não tenho dinheiro”; Anatole France, notável criador de Taïs, era
sovina; o filósofo Kant, o crítico Sainte-Beuve e o poeta Guerra Junqueiro eram
avarentos.
Não se pode aceitar a avareza que encerra em si todas as
depravações do caráter, senão como uma doença que envenena e mutila a alma. Nos grandes centros deveria
haver sanatórios para avarentos como há hospitais para loucos e tuberculosos.
Logo que a esposa observasse no marido sintomas de sovinice providenciaria sua
internação para ficar pelo necessário tempo sob os cuidados de médicos e
psicólogos especialistas.
Iludem-se os que pensam os avarentos como solteirões, sem
lar e detestando vida em família. A verdade é que existem muitos de extremada
sovinice casados, com filhos que não dão esmolas, ignóbeis em todos os aspectos
da vida, unidos por interesse. Esses transformam as esposas, não como
companheiras, mas como criadas para todo o serviço. O medo de gastar esses
miseráveis privam as esposas e os filhos de tudo. Para eles todo pequeno
conforto é luxo dispendioso, pois o dinheiro é o objetivo único e final de suas
vidas (Pág. 179-181)¹.
Na maioria dos casos, apenas os herdeiros são os
beneficiários dos avarentos. Contudo, atualmente graças ao chamado sigilo bancário e o uso de
senhas para acessar contas, fortunas acham-se retidas em inúmeras instituições
financeiras. Os sovinas que julgam fugir do pagamento de impostos têm, inclusive,
seu rico dinheirão depositado em paraísos fiscais no exterior.
Fonte: Malba Tahan, em SOB O OLHAR DE DEUS, 6.ª edição, pela
editora Conquista.
HUMANISMO, coisas de humanos. O prezado leitor ou amável
curiosa, vocês são humanos, não?
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