sábado, 22 de junho de 2013

A INCOMPREENSÃO NO BANCO DOS REUS,


A INCOMPREENSÃO NO BANCO DOS REUS- texto  2

VOLTO A EXPOR AS RESPOSTAS QUE ENCONTREI PARA ALGUMAS DAS MIL E UMA DÚVIDAS QUE ME AFLIGIRAM PELO SIMPLES ATO DE REFLETIR QUE É UM PENSAR CRÍTICO
Joston Miguel Silva – seu parapsicólogo amigo.

CONSCIÊNCIA.

P.1 – Que é mesmo  “ter consciência”? Não seria apenas “saber” de algo ou alguma coisa?

R.1 – Inclui isso, mas vai mais além. Diz-se da pessoa verdadeiramente consciente que ela está “desperta.”

P.2- Não entendi. Pode explicar?

R.2 – Claro. A língua  -portuguesa é falada de modo igual em todo o Brasil?

P.3 – Não. O vocabulário e o modo de falar do mineiro é diferente do gaúcho e ambos são diferentes do paulistano, e daí?

R.3 – Sabe que apenas em Roma, na Itália, falam 106 diferentes dialetos?

  P. 4 – Sei que na Inglaterra eles falam o inglês e o irlandês e na Índia há uma grande quantidade de dialetos, embora lá a grande maioria fale inglês.  Soube que na Suíça há três ou quatro idiomas oficiais.

   R.4 – Você, como a maioria que estudou e leu, hoje em dia, também por filmes na TV e pela internet, adquirem conhecimentos, informações, mas geralmente, não passam disso.

P.5 – Nossas nações de tribos indígenas mesmo, têm suas próprias línguas e não se entendem entre si, por exemplo, os do grupo CARIRIS não sabem falar a língua dos TUPINAMBÁS e vice versa.

R.5 - Correto. Assim, olhando a Terra com suas milhares de línguas, dialetos e variações, um SER HUMANO DESPERTO – aquele que vê e percebe o todo, unindo suas partes – inventou a HISTÒRIA DA CAROCHINHA chamada A TORRE DE BABEL, fazendo com que todos entendessem essa extraordinária diversidade de idiomas.

P.6 – Que história é essa de TORRE DE BABEL?

 R.6 – Está  no Velho Testamento da  BÌBLIA. Diz que numa cidade chamada BABEL, seus líderes disseram ao povo que poderiam chegar ao CÉU construindo uma imensa TORRE e lá encontrariam o próprio DEUS. E se puseram entusiasticamente a construir essa tal torre.

P.7 – Agora posso entender porque o senhor a chamou de “conto da carochinha”. Há, há, há.

R.7 – Mas lembre-se que as crianças gostam e precisam dessas histórias pela estupidez dos adultos que distorcem a verdade por medo supersticioso que seus ancestrais lhes passaram sobre a fragilidade mental e emocional dos pequeninos.

 P.8 – É verdade. As fantasias da CEGONHA, do BICHO PAPÃO, do PAPAI NOEL. É isso?

  R.8 – Sim. Entre os animais e os indígenas, por exemplo, as crianças desde o nascimento assistem o relacionamento sexual dos pais e não há traumas nelas.                             P.9 – Introduziram a ideia do pecado: corpo nu é pecado, ver um casal transando é pecado, mostrar o natural da vida é pecado. Parece-me que nos povos do Oriente o conceito de pecado é diferente. É isso?
 R.9- Você colocou muito bem. Nos conventos, as freiras católicas tomam banhos juntas, mas todas de camisola para que não vejam o corpo das companheiras nem mesmo o próprio corpo para que não caiam em tentação e pequem.

P.10 – Que absurdo! Entre as famílias indígenas não há isso e entre os animais também não, mas e o conto da TORRE DE BABEL?
 R.10 – Sim, a TORRE já estava realmente bem alta, talvez como os nossos atuais “arranha-céus”. Aí Deus “viu” a pretensão do homem e não gostou, ou “teve medo” de que eles chegassem realmente em  “sua casa” sem serem convidados. Deus então lhes pregou uma peça que só Ele poderia pregar: CRIOU OS DIVERSOS IDIOMAS existentes na Terra, colocando-os no psiquismo e na cabeça dos vários pequenos grupos de homens e mulheres que trabalhavam na construção da torre. Isso, claro, fez com que eles não se entendessem mais e a construção foi interrompida.

P.11 – Que maldade! Esse deus era bem humano, com as fragilidades dos homens, não? E aí, como ficam os DESPERTOS?

 R.11 – Refletindo sobre as línguas, dialetos e formas de comunicação humana, o DESPERTO conclui, sentindo toda a extensão do que diz: A TERRA É UMA TORRE DE BABEL.

P.12 – A consciência do DESPERTO sente sua compreensão abrangente em cada aspecto do viver humano: vida, trabalho, alimentação, proteção, sexo, perpetuação, realizações...?

  R.12 – Sim. Mas isso também com os animais, os peixes, as aves, as plantas, tudo, sentindo-se conscientemente uno com o todo.

 

 

 

3 comentários:

  1. A pergunta é: como diferenciar um DESPERTO de uma pessoa com uma CONSCIÊNCIA comum?
    O texto procura responder, desafiando-o a refletir sobre a resposta. Mas, não a guarde consigo, COMPARTILHE.Joston

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  2. Li este artigo várias vezes e, em cada uma delas, minha interpretação foi diferente. Nas cinco ou seis vezes que li, entendi uma mensagem diferente. Considerando a minha busca insistente do que seria o "divino", o "milagre", a "alma", enfim:"Deus"; às vezes entendo que o que se quer explicar é que: se DESPERTO, entenderemos todas as citações bíblicas como incoerentes, ou seria somente o episódio Torre de Babel?(...). Ser DESPERTO seria questionar as atitudes de Deus ou entender que se não existe não age? Por mais que reflita, esta última é a que mais me identifico. Mas... Seria isso!?

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  3. Olá Beto. Demorei a responder ao seu comentário porque sempre que o li me senti feliz. Sabe por que? Porque você está pensando, refletindo, indagando, questionando e isso é para mim o que vale, pois amplia a consciência e faz de você uma pessoa diferente das demais. Fiquei com a esperança de que você relesse a parte final de meu texto em que digo ESSA PERCEPÇÃO MAIOR (=DESPERTAR) ACONTECE EM TODAS ÁREAS DA VIDA. As informações bíblicas não são incoerentes. A história da Torre de Babel também não. Tudo visa ensinar alguma coisa. Pense nisso.

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