A INCOMPREENSÃO NO BANCO DOS REUS- texto 2
VOLTO A EXPOR AS RESPOSTAS QUE ENCONTREI PARA ALGUMAS DAS MIL E UMA DÚVIDAS QUE ME AFLIGIRAM PELO SIMPLES ATO DE REFLETIR QUE É UM PENSAR CRÍTICO
Joston Miguel Silva – seu parapsicólogo amigo.
CONSCIÊNCIA.
P.1 – Que é mesmo
“ter consciência”? Não seria apenas “saber” de algo ou alguma coisa?
R.1 – Inclui isso, mas vai mais além. Diz-se da pessoa
verdadeiramente consciente que ela está “desperta.”
P.2- Não entendi. Pode explicar?
R.2 – Claro. A língua
-portuguesa é falada de modo igual em todo o Brasil?
P.3 – Não. O vocabulário e o modo de falar do mineiro é
diferente do gaúcho e ambos são diferentes do paulistano, e daí?
R.3 – Sabe que apenas em Roma, na Itália, falam 106
diferentes dialetos?
P. 4 – Sei que na Inglaterra eles falam o
inglês e o irlandês e na Índia há uma grande quantidade de dialetos, embora lá
a grande maioria fale inglês. Soube que
na Suíça há três ou quatro idiomas oficiais.
R.4 – Você, como a maioria que estudou e leu,
hoje em dia, também por filmes na TV e pela internet, adquirem conhecimentos,
informações, mas geralmente, não passam disso.
P.5 – Nossas nações de tribos indígenas mesmo, têm suas
próprias línguas e não se entendem entre si, por exemplo, os do grupo CARIRIS
não sabem falar a língua dos TUPINAMBÁS e vice versa.
R.5 - Correto. Assim, olhando a Terra com suas milhares de
línguas, dialetos e variações, um SER HUMANO DESPERTO – aquele que vê e percebe
o todo, unindo suas partes – inventou a HISTÒRIA DA CAROCHINHA chamada A TORRE
DE BABEL, fazendo com que todos entendessem essa extraordinária diversidade de
idiomas.
P.6 – Que história é essa de TORRE DE BABEL?
R.6 – Está no Velho Testamento da BÌBLIA. Diz que numa cidade chamada BABEL,
seus líderes disseram ao povo que poderiam chegar ao CÉU construindo uma imensa
TORRE e lá encontrariam o próprio DEUS. E se puseram entusiasticamente a
construir essa tal torre.
P.7 – Agora posso entender porque o senhor a chamou de
“conto da carochinha”. Há, há, há.
R.7 – Mas lembre-se que as crianças gostam e precisam dessas
histórias pela estupidez dos adultos que distorcem a verdade por medo supersticioso
que seus ancestrais lhes passaram sobre a fragilidade mental e emocional dos
pequeninos.
P.8 – É verdade. As
fantasias da CEGONHA, do BICHO PAPÃO, do PAPAI NOEL. É isso?
R.8 – Sim. Entre os
animais e os indígenas, por exemplo, as crianças desde o nascimento assistem o relacionamento sexual dos pais e não há traumas nelas.
P.9 – Introduziram a ideia do pecado: corpo nu é pecado, ver um casal
transando é pecado, mostrar o natural da vida é pecado. Parece-me que nos povos
do Oriente o conceito de pecado é diferente. É isso?
R.9- Você colocou
muito bem. Nos conventos, as freiras católicas tomam banhos juntas, mas todas
de camisola para que não vejam o corpo das companheiras nem mesmo o próprio
corpo para que não caiam em tentação e pequem.
P.10 – Que absurdo! Entre as famílias indígenas não há isso
e entre os animais também não, mas e o conto da TORRE DE BABEL?
R.10 – Sim, a TORRE
já estava realmente bem alta, talvez como os nossos atuais “arranha-céus”. Aí
Deus “viu” a pretensão do homem e não gostou, ou “teve medo” de que eles
chegassem realmente em “sua casa” sem
serem convidados. Deus então lhes pregou uma peça que só Ele poderia pregar:
CRIOU OS DIVERSOS IDIOMAS existentes na Terra, colocando-os no psiquismo e na
cabeça dos vários pequenos grupos de homens e mulheres que trabalhavam na
construção da torre. Isso, claro, fez com que eles não se entendessem mais e a
construção foi interrompida.
P.11 – Que maldade! Esse deus era bem humano, com as
fragilidades dos homens, não? E aí, como ficam os DESPERTOS?
R.11 – Refletindo
sobre as línguas, dialetos e formas de comunicação humana, o DESPERTO conclui,
sentindo toda a extensão do que diz: A TERRA É UMA TORRE DE BABEL.
P.12 – A consciência do DESPERTO sente sua compreensão
abrangente em cada aspecto do viver humano: vida, trabalho, alimentação,
proteção, sexo, perpetuação, realizações...?
R.12 – Sim. Mas isso também com os animais, os
peixes, as aves, as plantas, tudo, sentindo-se conscientemente uno com o todo.
A pergunta é: como diferenciar um DESPERTO de uma pessoa com uma CONSCIÊNCIA comum?
ResponderExcluirO texto procura responder, desafiando-o a refletir sobre a resposta. Mas, não a guarde consigo, COMPARTILHE.Joston
Li este artigo várias vezes e, em cada uma delas, minha interpretação foi diferente. Nas cinco ou seis vezes que li, entendi uma mensagem diferente. Considerando a minha busca insistente do que seria o "divino", o "milagre", a "alma", enfim:"Deus"; às vezes entendo que o que se quer explicar é que: se DESPERTO, entenderemos todas as citações bíblicas como incoerentes, ou seria somente o episódio Torre de Babel?(...). Ser DESPERTO seria questionar as atitudes de Deus ou entender que se não existe não age? Por mais que reflita, esta última é a que mais me identifico. Mas... Seria isso!?
ResponderExcluirOlá Beto. Demorei a responder ao seu comentário porque sempre que o li me senti feliz. Sabe por que? Porque você está pensando, refletindo, indagando, questionando e isso é para mim o que vale, pois amplia a consciência e faz de você uma pessoa diferente das demais. Fiquei com a esperança de que você relesse a parte final de meu texto em que digo ESSA PERCEPÇÃO MAIOR (=DESPERTAR) ACONTECE EM TODAS ÁREAS DA VIDA. As informações bíblicas não são incoerentes. A história da Torre de Babel também não. Tudo visa ensinar alguma coisa. Pense nisso.
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